Inferno

Por Ricardo Brandes

O escritor Dan Brown tornou-se um fenômeno mundial de vendas com sua obra mais famosa, O Código Da Vinci. Transformado em filme, o livro rendeu sucesso imenso para seu autor, que acabou tendo outros trabalhos transportados para o cinema.

E seu principal personagem, Robert Langdon, acabou ganhando um intérprete de peso: Tom Hanks. Um simbologista perspicaz, que enfrenta aventuras e perigos para descobrir segredos e salvar a humanidade, sempre abençoado pelo seu singelo relógio do Mickey Mouse. E de tanto correr, Robert Langdon chega agora ao Inferno, em sua terceira aventura nos cinemas (a quarta, nos livros de seu criador, Dan Brown).

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Em Inferno, encontramos algo diferente dos dois filmes anteriores do personagem: Em o Código Da Vinci, Langdon aventurou-se em um filme polêmico, com mistérios e surpresas por Paris, em um questionamento sobre a divindade de Jesus Cristo.

Já em Anjos e Demônios, Langdon subiu o nível ao protagonizar a melhor aventura da série de Dan Brown, em um suspense arrebatador e cheio de reviravoltas incríveis.

Agora em Inferno, sua nova aventura, traz um enigma sobre o Inferno de Dante, e um misterioso bilionário que quer salvar a humanidade com um vírus mortal (ou acabar com ela de vez).

Conseguirá o atordoado e confuso Langdon enfrentar estes perigos? Neste terceiro filme, o mistério e suspense são lugar a correria e aventura, que seguem por Veneza, Florença e Istambul, na Turquia.

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Os lindos cenários e a fotografia do filme já valem o ingresso. E o grande elenco do filme, que traz Tom Hanks, Felicity Jones, Omar Sy e Irrfan Khan complementam uma obra de roteiro fraco, que infelizmente não ficou à altura do grande livro de Dan Brown chamado Inferno.

Recomendo o filme Inferno por seu conjunto, mas acima de tudo, indico o livro por sua qualidade ímpar.