SING – QUEM CANTA SEUS MALES ESPANTA

Por Jhonatan Luiz de Souza Gomes

Para quem ainda não conhece, esta é uma das melhores animações de 2016, dirigido e escrito por Garth Jennings e produzido pela Illumination Entertainment. Buster Moon, o coala, decide, em uma conversa com um grande amigo em um belo restaurante da cidade, criar um concurso de canto para aumentar os rendimentos de seu Teatro, que a algum tempo não estava fazendo mais sucesso como antes. A disputa chama atenção muito mais que o esperado por Buster, talentos de todos os cantos da cidade juntaram-se em frente ao Teatro no dia e hora marcado, todos de olho nos 15 minutos de fama e US$ 100 mil dólares de prêmio. Narrado pelo coala, proprietário do teatro onde ocorrem as audições e o concurso, o filme exibe o dilema de Johnny, um gorila com problemas com o pai, pois não quer entrar pra gangue de bandidos,  Rosita, uma porca que só cuida dos filhos e da casa e não tem a atenção do marido, Ash, a porca-espinho que foi deixada por seu namorado, Meena, uma elefanta tímida que não tem coragem de cantar em público e outros coadjuvantes, o que todos possuem em comum é a vontade de cantar, mostrar sua arte sem ambições.

Assim como a maioria das animações, a mensagem que o filme nos trás é para enfrentar nossos medos, superar os nossos muros de cada dia, descobrir e desenvolver nossos talentos. Os personagens trazem em suas próprias histórias os problemas que muitos artistas enfrentam e que no filme não foi fantasiado, tornando o filme mais real. O longa ainda trata a música de uma forma romântica e não midiática como presenciamos todos os dias nos “realitys” de competição musical, cada personagem em sua particularidade utiliza da música para colocar pra fora seus mais sinceros sentimentos.

Ainda não assistiu “Sing”??? Então corre para o Cinema Arcoplex mais próximo e depois retorne nesta publicação e comente o que achou do filme.

Até a próxima!